sábado, 25 de maio de 2013

OFICINAS DE MULTIPLICADORES EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

De agosto a dezembro de 2012, realizamos na Escola Luiz Maranhão Filho as Oficinas de Multiplicadores em Educação Ambiental, participaram 180 alunos do ensino fundamental II. O projeto foi financiado pela PROEXT/UFRN/MINISTÉRIO DAS CIDADES e executado pelo PESA e DSC/UFRN. Além do capacitador, o projeto contemplou a inclusão de alunos bolsista da UFRN dos cursos de medicina, enfermagem, odontologia, nutrição e biologia. A escola foi grande parceira nesse trabalho, dando o apoio e organizando as turmas para que as oficinas pudessem acontecer.
Vejam algumas fotos:




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O TRABALHO DE MOBILIZAÇÃO EM CIDADE NOVA

Estamos vivenciando momentos críticos como jamais visto no setor saúde em Natal. A privatização dos serviços começou e vai de vento em polpa. Primeiro o serviço de urgência dos bairros (UPA's), depois os laboratórios ( O DNA Center ganhou a licitação para realizar todos os exames da rede básica de Natal) e agora as farmácias da Unidades certamente que serão dasativadas, haja vista que a prefeitura está fazendo convênio com um a rede de farmácia da capital para implantar a "farmácia da gente".
Em meio a tudo isso, uma greve de servidores, inicialmente médicos, agora outras categorias, que não mais suportam ser enganados pelo poder público municipal que até hoje não reformulou as emendas para que o PPCV (plano de carreira) seja votado na Câmara de vereadores. Em função de toda essa problemática estamos desenvolvendo um projeto de mobilização comunitária em defesa do SUS. Realizamos uma reunião com 16 representantes de Instituições do bairro para organizarmos uma agenda que terá como objetivo, envolver a comunidade nas questões que lhe são pertinentes como a saúde. Participam desse trabalho representantes da comunidade, UFRN, escolas e trabalhadores da USF. O PESA não poderia deixar de apoiar e encorajar essa ação, haja visto, que um de seus propósitos é o amadurecimento da comunidade para exigir do poder público a execução das políticas públicas que são necessárias para o desenvolvimento e a saúde das pessoas no bairro.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O PESA CONTINUA GANHANDO O MUNDO:

Na CIENTEC e SBPC Natal- julho/2010: apresentação do trabalho sobre as oficinas de Educação Ambiental na Escola Luiz Maranhão Filho, pelos alunos da disciplina POTI/UFRN.

Na Conferência da IAPS (International Association of People-Environment Studies) que será realizada em Leipzig-Alemanha, entre 28/06 e 02/07 de 2010. Será apresentado por Tadeu Mattos (Mestrando do curso de Psicologia/UFRN que fez estágio no PESA em 2008).

No Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental - 2º semestre 2010 em Porto Alegre no Rio Grande do Sul
Será apresentado por Karísia Franco - Estagiária de Arquitetura do NEA/SEMURB 2007-2008 um trabalho proveniente da sua monografiade conclusão do curso de mestrado no IFRN em 2009: AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO SANITÁRIA E AMBIENTAL (PESA), IMPLANTADO NO BAIRRO DE CIDADE NOVA - NATAL/RN.


A DENGUE EM CIDADE NOVA: A SOLUÇÃO ESTÁ NA ARTICULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

O PESA retomou, nesse mês de maio, as calçadas amigas com os alunos da disciplina POTI/UFRN. Dessa vez trazendo o tema da H1N1 e Dengue fazendo com esta última, uma interface com as questões sócio- ambientais do bairro (lixo, depósitos de água nos quintais e vilas, caixas d' água descobertas). Numa reunião com os coordenadores do Programa de Combate à Dengue na SMS e representantes das Unidades de Saúde, tivemos a informação de que nos inquéritos domiciliares realizados pelos Agentes das endemias em Cidade Nova, percebe-se, a cada ano, a redução de criadouros produzidos a partir de lixo exposto, mostrando-nos que o trabalho de sensibilização e educação da população para o tema é viável e pode trazer resultados. Em contrapartida, segundo eles, 70% dos criadouros do mosquito hoje no bairro estão sendo encontrados nos tanques, tambores, tonéis e caixas dágua. As pessoas guardam a águam nesses depositos na tentativa de superar o problema de abastecimento descontínuo no bairro. Essa situação merece atenção uma vez que estamos notificando mais casos este ano que no ano passado, incluindo um óbito em abril por dengue hemorrágica. A idéia é chamar o conselho comunitário para discussão com a CAERN e a Comunidade, além da COVISA para ver a responsabilização dos donos das vilas com os tanques. Vamos seguir teimando que é possível.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

fotos da 1ª oficina de educação ambiental na Escola Luiz maranhão





A oficina foi realizada nos dias 5 e 9 de novembro com alunos do 6º ano da Escola Luiz Maranhão. Essa atividade foi desenvolvida pelo PESA, Alunos da Disciplina POTI/UFRN e Coordenada pelo Engenheiro Agrônomo Jurandir Barbosa. Teve o apoio da Direção e Coordenação da Escola e do Pró-Saúde/UFRN. Foram capacitados 50 alunos em duas oficinas.

ALUNOS DO 6º ANO DA ESCOLA LUIZ MARANHÃO ESCREVEM TEXTO APÓS OFICINA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL



TEXTO ESCRITO PELOS ALUNOS DO 6º ANO DA ESCOLA LUIZ MARANHÃO SOBRE A OFICINA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL -novembro de 2009


Nós com o pessoal do PESA (Programa de Educação Sanitária e Ambiental) da USF Cidade Nova, aprendemos muitas coisas como: não desperdiçar água, separar o lixo orgânico, prevenir a poluição do ar, a poluição sonora e a poluição dos rios e mares. Por que fazer tudo isso? Para nós não sofrermos as conseqüências daqui para a frente. Porque na ilha de Mali tiraram uma foto aérea que a maior parte da poluição era as sacolas plásticas, e também a água da nossa cidade está muito poluída, através de umas garrafinhas PET, saquinhos de pipoca, sacos de balas e etc. Tudo que colocamos aqui, nós poderíamos reciclar. Como? As garrafas poderíamos fazer brinquedos, bolsas objetos de decoração, e os saquinhos plásticos poderíamos reduzir o consumo, o lixo orgânico poderíamos enterrar e usar como adubo. E sobre a água devemos gastar menos ao tomar banho, ao lavar as mãos, a louça, escovar os dentes e etc. é só não deixar a ligado direto. E sobre os rios, podemos não jogar lixo na ruas para que quando chover não vá parar nos rios. Também nós assistimos um vídeo que mostra o futuro do nosso planeta e o nosso futuro. É a carta de um homem que vive no ano de 2070, é o Senhor Futuro e ele nos conta sua estória através desse vídeo. Ele tinha 50 anos, mas como lá não tinha nada de vestígios da natureza ele aparentava ter 85 anos, as pessoas já nasciam com problemas de peso e já desidratadas. Eles não tinham pelos em nenhuma parte do corpo porque eles não podiam lavar por falta de água, eles limpavam a pele com azeite e não tinham muito oxigênio por isso precisavam de pulmões mecânicos para respirar, mas só podiam respirar até um certo limite já que precisavam pagar por isso. A chuva quando caía era ácida, por que não cuidaram o suficiente da natureza para evitar isso. No futuro tinha água potável mas era vigiada pelas forças armadas. Lá tinha trabalho, mas o salário era muito, mas muito diferente, pois no final do mês o pagamento era com água. Eles só tinham direito de beber meio copo de água por dia. Enfim, nós discutimos esse vídeo e mandamos outra carta, uma carta resposta dizendo que nós vamos economizar mais a água ao lavar as mãos, tomar banho, escovar os dentes, dar menos descarga. Vamos andar mais de transporte coletivo para que não polua o ar com fumaça, vamos separar o lixo para não poluir as águas, os rios e mares, enfim, para não poluir o ambiente. O nosso pedaço de Planeta Terra.

Nós discutimos mais sobre as sacolas plásticas, como reduzir e reutilizar fazendo bolsas, carteiras. Aprendemos um jeito de elas ficarem mais resistentes. A fazer linha de crochê com as sacolas. Uma das alunas da UFRN nos ensinou isso. Depois assistimos outro vídeo que passou que o lixo que a gente joga através dos carros, ônibus ou até sem transporte vai para os bueiros e entram para poluir praias, ruas e rios e que os seres vivos do mar consomem até sacolas plásticas enganados, pensando que é comida para eles, aí acabam morrendo e aí, mais um animal morto, mais risco de um animal ficar em extinção... Passou uma tartaruga que ficou com um anel de plástico na barriga, mais um animal ferido, mais um ponto para a extinção. Conhecemos uma praia linda no Havaí mas o problema é o lixo que se acumula na praia e 27% desse lixo é só de plástico e ele passa muitos anos para se decompor, então estamos fazendo um apelo para diminuir o uso de sacolas plásticas no Brasil.

Depois fizemos a árvore do futuro, que de início teve a seguinte pergunta: Como é sua escola hoje? Todas as pessoas colocaram que o banheiro era pixado, os professores não tinham respeito com os alunos, os canos dos banheiros eram quebrados e que a escola não tem estrutura para receber o tanto de alunos que tem na escola hoje. Depois veio outra pergunta: Como é a escola dos seus sonhos? A escola dos nossos sonhos é em vez de caderno um notebook, quadras e piscina. O que impede de ter a escola dos sonhos? A falta de higiene, educação que nós mais precisamos, dinheiro que falta e mais espaço.

Escreveram o texto:

Micaline, Edson, Deyse e Dayse